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Que a ternura de Nossa Senhora envolva cada um de vocês.

Que a ternura de Nossa Senhora envolva cada um de vocês.

A maternidade de Maria foi instituída por Jesus no alto da Cruz quando Ele disse: “Mulher, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe”.
Maria é, de fato, a escolhida. Todo amor que Deus coloca sobre ela e toda graça que Deus deposita nela nos mostra que Maria é a Arca da Aliança. É nela que a palavra é depositada e o Verbo se faz carne. Transbordando humildade e obediência, Maria corresponde com todo amor e ternura.
Todos nós sabemos que uma rainha já nasce para ser uma rainha. Existe toda essa certeza. A figura da rainha mostra que Maria foi escolhida e desejada, pois ela já nasce concebida sem pecado. É de suma importância para nós entendermos o porquê de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
O profeta Isaías, muitos anos antes de Cristo, já anunciava que uma virgem conceberia e daria à luz um filho. Por isso, naquela época era muito comum que todos os pais sonhassem e desejassem que suas filhas pudessem ser a virgem citada pelo profeta.
Joaquim e Ana não pensaram diferente, eles também sonharam e prepararam sua filha para isso.
Ana e Joaquim, pais de Maria, não sabiam que Maria seria a escolhida, mas desde a concepção, no ventre de Ana e após o seu nascimento, tiveram todo o cuidado, pois queriam prepará-la.
Para os judeus, o nome que se dá ao filho está vinculado à missão que o mesmo terá, por isso, deram a ela o nome de Maria. No hebraico, Mariah, significa pura e virgem.
Na verdade Maria tinha três nomes, logo tinha três missões lindas: O primeiro nome, Mariah, foi dado por seus pais com o significado já citado acima. O segundo foi o nome que Deus deu a ela através do anjo, Ave cheia de graça. Deus concedeu a Maria a missão de ser cheia de graça. O terceiro nome é Maria que se autonomeia Serva Escrava do Senhor. Três nomes carregados de missão, carregados da vontade de Deus: Ser virgem, pura, santa, cheia de graça e fiel servidora.
Em um tempo onde passamos por dificuldades, escravidão, dores, lutas, abandonos, imposições e opressões, aparece Maria como Mãe da ternura para acolher seus filhos e lhes dar alento. Ela vem como intercessora para exercer a mesma função que exerceu nas Bodas de Caná. Maria não é a protagonista da salvação, mas ela nos traz o Salvador. É possível sim sentir toda ternura de Deus por nós na Mãe Cheia de Graça. 
Abramos o nosso coração à ternura de Nossa Senhora que vem como Rainha, como Mãe cheia de graça e, sobretudo, como serva para interceder por nós e por tudo aquilo que nos aflige.

Com amor e orações,

Rodrigo Ferreira

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Rodrigo Ferreira
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Missionário, cantor, compositor e escritor, fundador da Comunidade Missão Louvor e Glória.

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